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Fures aponta afobação no jogo 1 e cobra calma da FURIA em série contra a LOUD

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Yann Zocarato
26 de abril de 2026·3 min de leitura·24.3k visualizações
Fures aponta afobação no jogo 1 e cobra calma da FURIA em série contra a LOUD

Foto: Reprodução

Em entrevista exibida entre os jogos da série contra a LOUD, Fures afirmou que a FURIA pecou pela afobação no fim do primeiro mapa. A leitura do treinador passou por manter a calma e jogar dentro das condições da composição para reagir no CBLOL 2026.

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Links do confronto e do campeonato

A série entre FURIA e LOUD, neste domingo, 26 de abril de 2026, no CBLOL 2026, trouxe um recado claro de Fures no intervalo entre os jogos. Em entrevista na transmissão oficial, o treinador afirmou que a equipe pecou pela afobação no fim do primeiro mapa e que a prioridade para a sequência da MD3 era manter a calma para jogar dentro das condições da composição.

A fala ganhou peso porque tocou exatamente no ponto que mais costuma decidir séries curtas: a capacidade de transformar vantagem em vitória sem se precipitar. Em vez de tratar o tropeço como um problema estrutural, Fures apontou que o jogo já estava em uma condição muito favorável e que o time precisava apenas respeitar melhor o momento da partida.

O que Fures disse

Na resposta à transmissão, Fures resumiu o problema do primeiro jogo de forma direta: "A gente pecou pela afobação no final". Na sequência, explicou que a conversa com os jogadores passava por entender que a equipe já estava em uma condição muito boa e que o caminho era atuar com calma, esperar o erro adversário e jogar de acordo com a composição montada para a série.

É uma leitura importante porque não tenta reescrever o mapa. O treinador não tratou a derrota como falta de repertório nem como um colapso completo. O foco esteve na execução e no controle emocional de um time que, na visão dele, já tinha a partida bem encaminhada antes de se perder nas próprias decisões.

Como a fala conversa com a série

O mesmo vídeo da transmissão também trouxe, antes do confronto, uma entrevista com CFS sobre a estreia de Zent e sobre a resposta da equipe a Ashe com Seraphine. Ali, a comissão técnica já mostrava uma abordagem centrada em preparação e leitura de draft. No intervalo, Fures reforçou outro pedaço do mesmo quebra-cabeça: não bastava ter plano; era preciso ter disciplina para sustentá-lo até o fim.

Dentro de uma MD3, esse tipo de correção vale muito. Um ajuste desse porte mexe menos na identidade da equipe e mais na forma como ela administra pressão, tempo de mapa e tomada de decisão nos momentos mais sensíveis.

O que fica para a FURIA

Mesmo em uma série cheia de detalhes, a entrevista de Fures deixa um diagnóstico objetivo para o momento da equipe. A FURIA precisava confiar mais na posição vantajosa que já tinha construído e reduzir a pressa nas jogadas finais. Em campeonato equilibrado, esse tipo de autocontrole costuma ser a diferença entre uma série escapando por pouco e uma reação consistente dentro do próprio confronto.

Por isso, a fala funciona bem como recorte editorial próprio: ela entrega uma explicação clara para o primeiro tropeço da série e mostra qual foi a chave mental cobrada pela comissão técnica para a sequência do duelo contra a LOUD.

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